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Florianópolis, SC, Brazil
Sou responsável pelo escritório BCU Brasil - Regional Florianópolis. Somos um Banco de Cordão Umbilical, que coleta, processa e armazena as células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical do bebê. O BCU, com mais de 11 anos de atuação no mercado mundial é detentor de vários prêmios o que demonstra sua plena capacidade, possuímos mais de 35.000 coletas realizadas. O BCU participa de várias pesquisas, inclusive no ramo da biotecnologia. Informações: (48) 3025-3700

Banco de Cordão Umbilical

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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Semana Mundial da Amamentação


Amamentar não é tão fácil como parece, às vezes pode ser dolorido, principalmente no começo. Mas algumas dicas ajudam neste momento:

1) Não coloque só o bico do seio na boca do bebê, o melhor é que quase toda a auréola seja abocanhada;
2) Lave bem as mãos antes de iniciar as mamadas;
3) Se posicione de maneira confortável relaxe os ombros em um ambiente calmo e coloque a cabeça do bebê alinhada com a sua coluna de uma forma que os dois fiquem confortáveis;
4) Comece as mamadas sempre pela mama mais cheia, lembrando sempre de intercalar as mamas evitando sempre oferecer a mesma (para isso temos um segredinho ao terminar a mamada utilize a aliança para marcar qual o seio você deve oferecer primeiro);
5) O tempo de mamada varia de criança para criança, mas é importante que ela mame nos dois seios para pegar os nutrientes de ambos (do início da mamada e do fim da mamada)
6) Após a mamada não se esqueça de colocar o bebê para arrotar, este processo é muito importante para evitar que ele possa engasgar com uma pequena quantidade de leite;

7) Passe o leite materno no próprio bico, ele também é cicatrizante e não interfere na mamada e no paladar do bebê, assim algumas fissuras podem ser evitadas;

 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Depoimento Mamãe Bia! A espera do Ian!





"Meu nome é Maria Beatriz e tenho 34 anos, meu esposo se chama Cristiano e tem 30 anos. Somos casados desde 2009. Em dezembro de 2011 parei o uso do anticoncepcional para tentarmos engravidar, o quê sempre foi um desejo muito forte dos dois, desde sempre. Tanto que quando saíamos, passávamos em lojas de bebê e ficávamos imaginando e planejando tudo.
Fomos à ginecologista, fizemos todos os exames necessários, e devido à minha idade, a médica me disse para tentarmos durante 1 ano e, caso não engravidássemos nesse período, começaríamos as investigações. A partir deste momento, cada mês era uma decepção. O pior mês foi quando a menstruação atrasou, o que nunca tinha ocorrido, e acabou descendo. Cheguei ao ponto de não querer nem olhar para lojas de bebês, ficar triste cada vez que via bebês na rua e coisas que lembrassem gravidez. Em todo este período meu esposo me apoiou muito e segurou todas as barras, choros e decepções.
Um ano depois, não tendo engravidado, e com as dores muito fortes devido às cólicas menstruais, começamos mais uma bateria de exames para descobrir o motivo das cólicas e de não ter engravidado. Foi aí que descobrimos a endometriose, que já tinha me causado nódulos nos ovários. Somente em setembro de 2013 (por motivos particulares) consegui fazer a cirurgia da endometriose.
A cirurgia é muito tranquila, óbvio como toda cirurgia tem riscos, a recuperação foi ótima, foram retirados os nódulos dos ovários, bem como, os focos maiores de endometriose, pois tinham muitos.
No retorno à medica fiquei sabendo que foi feito um exame, durante a cirurgia, o qual verifica se as trompas estão interrompidas ou não, e as minhas estavam. Toda a esperança se foi. Meu esposo ficou sabendo deste resultado no dia da cirurgia e para não atrapalhar minha recuperação pós-cirúrgica, ele e a médica decidiram me contar somente na consulta. Ele segurou o segredo e a angústia por um mês até a consulta, sofrendo sozinho.
Desta vez a médica pediu para eu fazer um tratamento hormonal, onde ficaria de três a nove meses sem menstruar, que é o melhor tratamento para a Endometriose. Contudo, ela pediu que eu fizesse um acompanhamento com um profissional de fertilização, para não adiar muito este processo.
Solicitamos a medicação no SUS e marcamos uma consulta com o profissional de fertilização e ficamos aguardando, ansiosos, a data dos dois procedimentos.


            Neste período de espera, meus funcionários ficavam me dizendo todos os dias que eu estava grávida, pois eu estava tendo muitas tonturas, mas por causa de todos os fatos ocorridos antes, eu negava e dizia que era por causa do calor. No entanto, comecei a juntar o fato das tonturas, com algumas mudanças físicas e um atraso relativamente grande na menstruação e resolvi fazer um teste de farmácia, por desencargo de consciência. Então, no domingo pela manhã (01/12/2013) fui fazer o teste, e fiquei sem reação ao ver os dois risquinhos. Corri para o quarto, onde meu esposo ainda estava deitado e fui contar pra ele. Era um misto enorme de emoções. Eu não sabia se ria, chorava, gritava... A confusão era tanta, que ele custou a entender se eu estava chorando de tristeza ou de alegria. Quando consegui (mais ou menos) me acalmar e ele entendeu o quê realmente estava acontecendo, ele me abraçou forte e choramos e gritamos juntos.
Como, até este momento, não sabíamos que, salvo em raras exceções, não existe o resultado FALSO POSITIVO em testes de farmácia, decidimos fazer o exame de sangue no dia seguinte, que nos confirmou realmente a gravidez, exatamente na semana em que começaríamos o tratamento e teríamos a consulta na clínica de fertilização.
Óbvio que meu esposo já estava desconfiado, mas devido a tantas frustrações não se manifestou para não gerarmos mais uma expectativa e sairmos mais uma vez machucados.

 
A notícia da gravidez nos pegou de surpresa, uma surpresa maravilhosa, o tão esperado filho, que queríamos tanto estava chegando. Aí começaram as novas incertezas: será que daremos conta? Será que vai dar tudo certo na gravidez? Será que já contamos pra todos? E se não for? Dúvidas estas, que foram sumindo com o passar dos dias, graças ao apoio da família e dos amigos, que sabendo da nossa luta, ficaram todos muito felizes por nós.
Após a descoberta oficial, fizemos o primeiro ultrassom, o que foi muito emocionante, principalmente escutar o coraçãozinho. Aí veio o segundo ultrassom, no qual já poderíamos descobrir o sexo, mas o bebê não quis mostrar. Somente no terceiro descobrimos que teríamos o Ian Lucas, um meninão grandão, que está crescendo super bem e rápido. Com 20 semanas de gestação fizemos o ultrassom morfológico e ele pesava 400g e media 26cm. A médica me deu a previsão dele nascer entre 3.700kg a 4.000kg e o pezinho pode medir até 8,5cm. Vai ser grandão igual ao papai.

Hoje (10/04/2014) estou com 23 semanas de gestação, e até agora estou super bem, só tive muito sono e conforme aumenta a barriga o cansaço também aumenta. Quem tem desejos é o papai.
A previsão de nascimento do Ian é 03/08/2014. Estamos ansiosos por sua chegada.



Neste intervalo de tempo, conhecemos o BCU. Quem nos indicou foi minha ginecologista e a pessoa que entrou em contato comigo pela primeira vez foi a Luana. Marcamos uma visita para conhecermos melhor sobre células tronco, e sobre a estrutura do BCU. Já tínhamos certa noção do que era e para quê servia, mas nada muito aprofundado.
Recebemos a visita da Vanessa e do Paulo, os quais nos explicaram tudo sobre a coleta, as doenças que já podem ser tratadas com as células tronco, bem como, as que estão em pesquisa para um futuro tratamento. O atendimento foi maravilhoso. Pensamos alguns dias sobre o assunto e então resolvemos pela contratação deste serviço.
A resolução desta contratação foi muito fácil para nós, é como se fosse um seguro, o qual nunca queremos usar, mas caso seja necessário está tudo já programado. Como já temos alguns casos de doenças como diabetes e Alzheimer na família, e fomos surpreendidos positivamente, com a notícia que já existem estudos para o uso de células tronco no tratamento destas doenças, ficamos muito interessados e confiantes para tomar esta decisão.



Optamos pelo BCU pela seriedade e competência dos profissionais que nos atenderam. São pessoas extremamente sensíveis com o momento que os casais estão passando e extremamente interessados no dia a dia da gestação de cada “Mamãe BCU”.
Além disso, eles proporcionam uma vez por mês cursos para gestantes, independentemente de ser “Mamãe BCU” ou não. Nestes cursos eles trazem obstetras, pediatras, farmacêuticos e o próprio BCU, que tiram todas as dúvidas das gestantes, o que é muito interessante, pois conseguimos ter outra visão de vários assuntos relacionados à gestação, amamentação e vacinação e não somente do nosso obstetra/pediatra."

 
Casal super querido, parceiro e com um amor nítido e estampado em suas vidas!
Super participantes de nossos cursos para gestantes, sempre contribuindo com brindes da ORTOBOM para nossas mamães dormirem tranquilas!

Logo logo estaremos juntos na chegada do Ian!

Créditos das fotos: Ezequiel Medeiros Maciel e Estúdio Paula Cavalli

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

BCU Brasil na RBS TV - Programa Vida e Saúde



Saiba mais sobre a diferença entre bancos públicos e privados e conheça as suas opções!
O BCU – Banco de Cordão Umbilical lhe oferece todas as informações para que você possa conhecer e decidir sobre o armazenamento das células-tronco contidas no sangue do cordão umbilical de seu bebê.

Matéria apresentada no programa Vida & Saúde e no Bom Dia SC.
Novembro/2013.


Confira a matéria Completa no link:
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/vida-e-saude/videos/t/edicoes/v/armazenamento-de-sangue-do-cordao-umbilical-e-uma-realidade-em-santa-catarina/2929492/ 

 

quinta-feira, 28 de março de 2013

A espera de... Vinícius!

Hoje teremos um depoimento pré-parto! A Viviane, mamãe do Vinícius escreveu para que possamos conhecer um pouquinho a história deles!
Eu conheço a Vivi desde 2008! Acompanhei algumas etapas de sua vida bem de perto, nos víamos praticamente todos os dias durante 4 anos. 
Sei do seu amor pelo Diego e sua paixão pelas coisas, empolgação, curiosidade e vontade de fazer tudo certinho! 

Sou grata por participar destes momentos e mais ainda agora por estar tão próxima a ela nesta linda etapa de sua vida, a chegada do Vini! Daqui há alguns dias vamos presenciar o nascimento desse fofo e amado bebê!




"Estamos juntos a oito anos e meio! Sempre gostamos muito de criança, porém não pensávamos em ter filho (a) pelo fato de sermos muito jovens.
Durante a minha faculdade já tínhamos planos do futuro e de quais passos teríamos que seguir para alcançar tudo que desejávamos inclusive em qual etapa começar a planejar a gestação.
Na faculdade realizei alguns trabalhos sobre a coleta das células-tronco e sempre os mostrava ao Diego, que ainda era meu namorado e à minha mãe, Francisca. A partir disto nos interessamos bastante em informações de pesquisas e histórias a respeito do assunto.
Percebemos que com o passar dos anos, que foram poucos, os estudos já tinham evoluído muito e estava dando muitos resultados significativos no futuro das pessoas.

Hoje eu, Viviane, tenho 23 anos e meu esposo, Diego, possui 25 anos. Estamos casados há um ano e meio, e assim que começamos a morar juntos já queríamos ter o nosso bebê, porém tínhamos que esperar alcançar alguns objetivos que estavam em andamento antes de realizar este. Após alguns meses já conseguimos cumprir nossas metas e decidimos por em prática o planejamento da gravidez.
 


Tivemos a indicação da obstetra Dr. Renata Maas dos Anjos Saes, marcamos a consulta e começamos a nova etapa de nossa vida.  Seguimos todas as recomendações da doutora e no mês seguinte tivemos o resultado maravilhoso de estarmos grávidos.
Hoje estou com 38 semanas de gestação e posso dizer que a cada ultrassom a emoção foi maior. Conseguimos aproveitar cada etapa do desenvolvimento do nosso Vinícius, tendo o alívio de sua saúde por meio dos resultados obtidos a cada exame.


Já conhecíamos a Vanessa Rockenbach, a responsável pelo BCU de Florianópolis, e assim que estávamos na fase de planejamento do baby entramos em contato para agendar uma reunião, onde nos explicou passo a passo de como seria e a evolução no decorrer dos anos por meio de histórias de pessoas que já utilizaram.
Ela realiza um trabalho espetacular, é uma pessoa de muita confiança, sempre nos deu muito apoio, força e dicas. Por ser apaixonada por sua profissão e ser dedicada, gosta de participar de todos os partos que pode. São poucos os que é obrigada a deixar de lado e sei que deve ficar triste por em muitos momentos ser uma pessoa só e não poder estar em dois lugares ao mesmo tempo.
 


Antes mesmo de engravidar já tínhamos a certeza de que iríamos fazer a coleta. A escolha de se fazer o investimento da coleta de células tronco de nosso filho não quer dizer que queremos um dia utilizar, muito pelo contrário. Não queremos e nem pensamos em utilizar em hipótese alguma, porém com o avanço da medicina sabemos que em alguns anos qualquer doença (problema) será curada e caso ele tenha alguma que se enquadre já sabemos onde recorrer, o que fazer."



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